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!i!i Francisco Fiúza o Blog i!i!

Um blog sobre... o que me vai na alma, ou então não!!

Rotas: Cegada na Venda do Pinheiro

Francisco Fiúza, 23.02.19

Nos meados do século passado, na Venda do Pinheiro e terras vizinhas pela altura do carnaval eram presenteadas com peças cómicas e sátira social. Este no a Liga dos Amigos da Venda do Pinheiro com a ajuda da Malta de Ponte de Lousa recrearam esta tradição já perdida.

Esta cegada tem como titulo "A força do Forcado" pelo grupo "Malta de Ponte de Lousa", às 17:00 no novo Parque Ecológico da Venda do Pinheiro, a entrada é livre.

Desde já, quero parabeniza-los pelo evento e desejo-vos muita merda para esse dia. 


cegada v pinheiro.jpg

 

Dia de S. Valentim

Francisco Fiúza, 14.02.19

 

valentines-day.png

 

Caso ainda não tenham reparado hoje selebra-se o dia de S. Valentim, ou como é mais conhecido o dia dos namorados, celebrado hoje em dia com oferendas das mais variadas espécies e feitios, com grande oportunidade ao consumismo desenfreado, em nome do amor, da lealdade e respeito à cara-metade, mesmo que no resto do ano andem à bulha.

 

Ora vamos lá à história deste dia, que remonta à Roma Antiga e à Lupercália onde se fazia uma homenagem à deusa Juno, deusa associada à fertilidade e ao casamento, estas festividades consistiam numa lotaria, onde os rapazes tiravam à sorte de uma caixa, o nome da rapariga que viria a ser a sua companheira durante a duração das festividades, normalmente um mês. Estas festas celebraram-se durante 800 anos, em Fevereiro, até que em 496 d.c. o Papa Gelásio I decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, para que a a celebração cristã absorvesse o paganismo da data.

A dúvida persiste no entanto, em saber a qual dos santos se refere este dia. Muitos acreditam tratar-se de um padre que desafiou as ordens do imperador romano Cláudio II. A lenda diz que o imperador proibiu os casamentos com o argumento de que os rapazes solteiros e sem laços familiares, eram melhores soldados. Valentim terá ignorado as ordens e continuado a fazer casamentos em segredo a jovens que o procuravam. Segundo a lenda, Valentim foi preso e executado no dia 14 de Fevereiro, por volta do ano 270 d.c.

Outra lenda diz que um outro padre católico se recusou a converter à religião de Cláudio II, e este mandou prendê-lo. Na prisão, Valentim apaixonou-se pela filha do carcereiro que o visitava regularmente, a quem terá deixado um bilhete assinando: «Do teu Valentim» (em inglês, «from your Valentine»), antes da sua execução, também em meados do século III..


Nesta lenda, a conotação do dia e do amor que ele representa não se relaciona tanto com a paixão, mas mais com o «amor cristão» uma vez que ele foi executado e feito mártir pela sua recusa em rejeitar a sua religião.